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ESTRÉIA-Cantora Norah Jones estrela filme de Wong Kar-wai
 SÃO PAULO (Reuters) - Primeiro filme em língua inglesa do premiado diretor chinês Wong Kar-wai, "Um Beijo Roubado" marca a estréia da cantora nova-iorquina Norah Jones como atriz. O filme estréia em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília na sexta-feira. Foi a voz de Norah Jones que conquistou o cineasta. "Uma voz contém diversos personagens, com diferentes histórias cada um", descreveu Wong, na entrevista coletiva do filme, que abriu o Festival de Cannes de 2007. Mas o diretor procura não lembrar o público de que Norah é uma cantora, famosa e premiada com Grammys, evitando colocar suas canções na trilha. Para embalar a jornada de sua personagem, Lizzie, pelos Estados Unidos (Nova York, Memphis e Las Vegas), ele preferiu recorrer aos americaníssimos Otis Redding e Ry Cooder (que assina a trilha) e também ao tema principal de seu filme "Amor à Flor da Pele". A idéia para "Um Beijo Roubado" nasceu de um curta-metragem escrito por Lawrence Block e que deveria ter entrado em "Amor à Flor da Pele", mas ficou de fora na montagem final. Kar-wai buscou no curta descartado sua dupla vontade de fazer um filme nos EUA e com Jones. O diretor, que trabalhou com Block para montar o roteiro final, estendeu geográfica e emocionalmente a história que, originalmente, se passa inteiramente numa lanchonete. No filme, essa lanchonete fica em Nova York, comandada por Jeremy (Jude Law), uma dessas pessoas que passam a vida atrás de um balcão, observando a passagem de diversas outras. Lizzie, abandonada pelo namorado, custa a se abrir com Jeremy. Mas ele tem prática como ombro amigo e sempre guarda algumas fatias de torta de mirtilo na geladeira, prato ideal para adoçar longas conversas nessas noites solitárias. Lizzie resolve deixar para trás seu passado, partindo para uma longa viagem pelos EUA. Ela percorre diversos Estados, trabalhando como garçonete. De cada ponto, ela envia cartas detalhadas a Jeremy, que tudo acompanha com um interesse que cresce a cada dia. A questão é se voltarão ou não a se ver. Cinematograficamente, mais do que essas paisagens americanas já tão visitadas antes -- como, por exemplo, pelo diretor alemão Wim Wenders, em "Paris, Texas" (1984) e "Estrela Solitária" (2005) --, "Um Beijo Roubado" provavelmente será lembrado pelo beijo entre Norah Jones e Jude Law, que nasce aspirando por um lugar entre os mais bonitos da história do cinema. Kar-wai acredita tanto na força dramática desse beijo que se deu ao luxo de mostrá-lo no mais absoluto silêncio, sem o apoio de uma única nota musical. São dignas de destaque as participações inspiradas dos atores David Strathairn ("Boa Noite e Boa Sorete"), como um policial alcoólatra e emocionalmente destruído, Rachel Weisz ("O Jardineiro Fiel"), como sua mulher, e Natalie Portman ("V de Vingança"). Portman destrói todos os estereótipos que se possa ter construído sobre ela, encarnando Leslie, uma sexy e inveterada jogadora de pôquer, dentro de um figurino colorido e cafona, e com um inesperado corte de cabelo curto e loiro. (Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
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O bom filho...
Retomando pouco a pouco o espaço... Eram sete amigos. Talvez retornem. Talvez não. O número provavelmente mude. Mas toda idéia boa deve retornar um dia. Reformulada. Rejuvenescido. Que venha 2008!
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Sem pão
Hoje há um vazio aqui. Quanta gente ao meu redor! E ainda me sinto num vilarejo... Numa casa distante, de palha, num quarto sozinha. Era para me sentir mal, não era? Era para me sentir sozinha. Mas não me sinto assim. Sinto uma brisa pela janela. Histórias, amores passam pela minha cabeça. Como anda Joana, minha melhor amiga de infância? Como era feliz... E sabia! Andávamos de braço dado pelo bairro, e a tristeza me abatia. Sabia que não seria para sempre. Quantas pessoas passaram pela minha vida. Agora, só, me sinto mais cheia. Irônico. Quantas festas, encontros, viagens... Nada me completou tanto quanto estar comigo mesma. Quanto medo havia em minh´alma. Como agir, como ser, como conquistar alguém para não estar sozinha. (...) E sozinha, hoje, estou tão bem! Se alguém está ao meu lado, é porque está sozinho também. Cuidando de si mesmo, só querendo compartilhar por alguns momentos... Dar carinho e receber... Se amigo, trocar palavras, risadas. Se colega, alguma consideração. E quando um amor... Amar. E ser amado. Senão... Não vale a pena! Enviado por Celma Dias.
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Concurso: Câmara dos Deputados
É muita ironia. Esta semana saiu no Jornal da Band uma matéria bombástica contra o novo Concurso da Câmara dos Deputados. Mais especificamente para a vaga de jornalista. (matéria band)A matéria, feita por um jornalista, saiu repleta de erros. Dados incorretos, números inverídicos. O próprio Secretário da Comunicação respondeu sobre a reportagem. resposta secretárioComo em todas as profissões... Casa de ferreiro, espeto de pau. Será que a equipe de jornalismo da Band ficou com "dor-de-cotovelo"? Enviado por Jussara Justa
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Etiqueta é tudo
Insuportável. Triste. Inacreditável.Saiu no Fuxico: Ana Carolina sai do Programa "Saia Justa".Motivo? "Ana Carolina, por sua vez, despediu-se do programa em função da dificuldade de aliar o trabalho de apresentadora com sua agenda artística."Etiqueta... Que coisa mais linda, não é mesmo?Tínhamos etiqueta aqui no Cafeína... Mas fizemos questão de arrancá-la!Alguém assistiu algum Saia Justa com Ana Carolina? Não? Bem, pudera. Sua aparição foi relâmpago. E insossa. Nem uma tonelada de sal põe graça nessa menina. É sem gosto demais.Ana Carolina entrou e saiu do programa com um eterno olhar blasé (cara de bunda em francês), sem acrescentar uma vírgula ao programa. Suas respostas ficavam na risadinha sem graça, ou no poisé.Uma decepção. Eu mesma pensei que sua participação seria excelente. Em seus shows Ana se mostra uma excelente oradora, lendo poesias, brincando com o público... Na TV... Jesusu (variação de Jesus). Jesusu, Jesusu... Ana é uma tábua. Não sai do lugar. Leva baile de todas e não tira a Cu´s Face (cara de c... em inglês) nem com reza brava.Não sei se é o botox, não sei. Aninha, você me deixou confusa.Jurou ser bi quando todos sabem que... Bem... Aninha é mais prum lado do que pro outro, SE É QUE VOCÊ ME ENTENDE...E depois dessa Saia Justa... O que vou dizer lá em casa, Aninha?VAMOS FAZER UMA VAQUINHA E MANDAR UM ESTADÃO PRA MENINA!hackeado por Jussara Justa
p.s.: Era bom demais pra ser verdade. Ainda bem que em outras áreas Aninha arrasa. Inda bem. Tão bonitinha, não é mesmo?
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FELIZ NATAL!!!
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Quer que eu dobre o seu salário, vagabundo?
 O povo é bobo, né? Nessas, até eu cai do cavalo. Neste Brasil sofredor, aumento de 100% no próprio salário é irreal. Pela primeira vez no ano senti orgulho dos brasileiros. Todos reclamaram, foram políticos, não deixaram pra lá. O Supremo Tribunal Federal acaba de conceder, por unanimidade, uma liminar (decisão provisória) para que as Mesas da Câmara e do Senado se abstenham de editar aumento de subsídios de congressistas com base no decreto 444. (Leia aqui) É isso aí, já é um excelente começo! Melhor resposta do que esta... Só a do Charges.com.Não são nossos empregados? Então... Quer ver? Clique aqui! Hackeado por Jussara Justa
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Guia... Para ser mais você!
Para meninos e meninas que estão descobrindo que são diferentes... E por isso, precisam fazer coisas que não estão no Manual de vida "tradicional"! Espero que ajude: mesmo sendo diferente, você não está sozinho.
Sempre vale a pena lutar para sermos nós mesmos!
"Ano novo é sinônimo de vida nova, não é mesmo? Portanto, continuemos com a última parte do nosso papo lésbico sobre a vida fora do armário. Mas muita calma! Antes de encontrarmos o pote de ouro no final do arco-íris, devemos explorar com cuidado e responsabilidade um tema importantíssimo: família.
Lembre-se sempre de que não há fórmulas exatas para assumir a homossexualidade aos pais. Você é a única que conhece a sua situação familiar, certo? Então é você, exclusivamente, quem deve decidir como e quando vai ter "aquela conversinha" com eles.
A Human Rights Campaign Foundation, que trabalha a favor dos direitos civis dos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, criou em 2004 um "guia de recursos para sair do armário" e eu vou me basear nele para dar uma mãozinha para você que sabe que é dyke, mas ainda vive nas profundezas do seu claustrofóbico guarda-roupa (todas nós adoramos uma mão, ui!).
Algumas lésbicas (talvez a maioria) temem que os pais não a aceitem. Muitas receiam que eles a expulsem de casa, que a chamem de imoral ou, simplesmente, que deixem de amá-la. A boa notícia é que estas pessoas quase nunca estão certas. É verdade que muitos pais ficam atordoados quando os filhos contam a verdade. No entanto, é verdade também que para muitos é bem difícil rejeitar totalmente um filho. Alguns pais tem péssimas reações. Alguns choram. Outros têm nojo. Há aqueles que se perguntam se o erro foi deles. Muitos dizem que é pecado. Alguns insistem que é apenas uma etapa da sua vida. Há inclusive, aqueles que mandam os filhos para psiquiatras ou terapeutas especializados em fazer um gay virar hétero (oh céus, que lástima!).
Não podemos esquecer dos que não querem ver. Dos que crêem que é normal a filha nunca aparecer com namorado dentro de casa e não desgrudar da melhor amiga um minuto (hehe, isso é muito lésbico). Enfim, há muitos que reagem bem, outros da pior maneira possível, entretanto, a maioria dos pais segue amando seus filhos. É ou não é a informação mais importante?
Mas vamos direto ao ponto. Há 6 passos que você deve percorrer antes de assumir a homossexualidade aos seus pais, siga cada um de acordo com o seu caso:
Passo 1. Comoção 1.a) Se eles não têm a menor idéia de que você é bolacha – Uma etapa inicial de comoção pode ser antecipada se você suspeita que eles não têm a menor idéia do que você vai dizer. Explique que você não tem sido honesta com eles e que você não gosta da distância que surgiu entre vocês ao longo dos anos e blá, blá, blá. Ao princípio, eles podem não responder positivamente, mas quando estiverem sozinhos pensando no assunto, estas informações serão muito importantes.
1.b) Se eles já sabem ou desconfiam – Ocasionalmente, os pais não ficam nem um pouco surpresos com a informação: "Sempre soubemos que havia algo de diferente, nós te amamos, mas você terá que nos ajudar a entender esta nova realidade". Ou então dizem: "Já sabemos há muito tempo, estávamos esperando você contar". Nestes casos, tudo será consideravelmente mais fácil porque eles já trabalharam algumas etapas por conta própria.
Passo 2. Negação 2.a) Um escudo contra a ameaça – A negação ajuda a pessoa a colocar um escudo contra uma mensagem ameaçadora ou dolorosa. Há muitas formas: hostilidade ("filha minha não vai ser sapatão"), desconversação ("ok querida, o que você vai querer jantar hoje?"), apatia ("se você escolheu este estilo de vida problema seu, eu não quero saber disso") ou rejeição (é só uma fase, logo passará). A percepção de sua orientação sexual será distorcida por conta das mensagens que eles receberam ao longo de suas vidas de uma sociedade homofóbica.
2.b) Acham que é tudo passageiro – Eles vão pensar que é porque hoje em dia está na moda e que quando você amadurecer tudo voltará ao normal. Isso durará até o diagnóstico do psiquiatra ("sua filha é lésbica!") ou quando eles percebe rem que a moda não é eterna.
2.c) Buscam ajuda psicológica para você – Se para eles é importante, vá ao psicólogo. Busque você mesmo o profissional e procure saber se ele não é "daqueles" especialistas que citamos acima. Sugira aos seus pais que estejam presentes com você nas sessões. Diga que a educação tem suas exceções à norma. Ex.: ainda que a maioria das pessoas seja destra, existem os canhotos etc.
2.d) Rompendo a negação – Se a negação é do tipo "não queremos falar a respeito disso", você deve tomar uma cautelosa e gentil iniciativa se eles ainda não mudaram a postura em mais ou menos uma semana. Sutilmente, surja com o assunto quando eles pareçam tranqüilos: "Pai, eu sempre quis falar a respeito disso com o senhor há anos, por favor, não me exclua da sua vida. Eu não quero continuar mentindo. Quero continuar sendo sua filha, como antes."
Passo 3. Culpa 3.a) Pensam que foram eles que erraram – Deixe claríssimo que não existe culpa neste caso. Explique que estudos demonstram diversas teorias, mas que é bem provável que a questão da homossexualidade seja genética e nada tem a ver com a educação.
3.b) Pais solteiros sentem culpas extras – É comum que os pais solteiros se sintam mais culpados por conta do divórcio, término da relação ou morte do companheiro/a: "Sei que falhei, não pude ser mãe e pai ao mesmo tempo". É importante você deixar claro que a culpa não é deles. Dê um livro de presente para eles se informarem. Recomendar que eles passem numa livraria não funciona.
Passo 4. Expressão de sentimentos 4.a) Eles expressam emoções – Quando fica claro que a culpa não é produtiva, os pais estão prontos para fazer perguntas. Este é o melhor momento do diálogo entre vocês. Divida com eles o que é ser um gay em nossa sociedade, mas não deixe que as suas necessidades mereçam mais destaque que as deles na conversa. Se eles ainda não procuraram pais que já passaram por este momento, associações de gays ou não leram a respeito, insista, este aspecto é muito importante.
4.b) Nojo e dor – O nojo e a dor são, provavelmente, os sentimentos expressados mais freqüentemente. Será difícil para você lidar com isso. É possível que você queira se distanciar ou se arrependa. Seja forte, você já não pode mais voltar no tempo. Quando eles começarem a expressar os sentimentos estarão a caminho da recuperação.
Passo 5. Decisões 5.a) Apoio a você – É o momento em que eles começam a se preocupar com os problemas que você tem que enfrentar. Você e seus pais começam a se sentir melhor diante de tudo o que vocês já passaram.
5.b) Distantes mas não muito – Eles progrediram até aqui, mas não querem ir mais além. É importante que você respeite esta postura. Mas é importante também que você continue fazendo esforços para se aproximar deles. Apresente suas amiguinhas para romper alguns estereótipos.
5.c) Sempre na linha de fogo – Em alguns casos a sua homossexualidade será uma área de fogo constante. Tudo o que você fizer ou disser é visto como sintoma do "seu problema". Neste caso, ambos estão numa posição em que ninguém "ganhará" a discussão. Tente informá-los, levar os pais de alguma amiga que já se assumiu para conversar com eles, levá-los a alguma associação gay. Se ainda assim não adiantar, não fique sozinha. Encontre pais substitutos ou alguma amiga que te apóie.
Passo 6. Aceitação Verdadeira (o ápice) Infelizmente, não são todos os pais que chegam a este estágio. A maioria ama seus filhos, mas não aceita totalmente a vida que eles levam. Muitos chegam ao ponto de festejar a coragem e originalidade da filha. Estes pais reconhecem a homossexualidade como uma expressão legítima da sexualidade humana. Chegar até aqui requer muito esforço de ambas as partes, no entanto, o resultado da conquista até este ponto é inexplicável. Talvez seja como encontrar um pote cheio de ouro no final do arco-íris. O arco-íris é o caminho que você teve que percorrer. O pote de ouro é a presença e o carinho da sua família." Por Bruna Angrisani
Se você quiser saber mais sobre este assunto leia o "guia de recursos para sair do armário", da Humam Rights Campaign Foundation. Acesse www.hrc.org/ncop (os idiomas disponíveis são inglês e espanhol).
Para meninas sabidas que querem saber mais... Clique aqui!
Hackeado por Jussara Justa
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